O fim do Facebook?

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Se as profissões, os comportamentos e o marketing mudam, as redes sociais que fazem sucesso hoje também não serão as mesmas para sempre. O Orkut foi sucesso um dia, mas está morto.

O Mashable ouviu millennials para descobrir motivos pelos quais eles estão deixando o Facebook e migrando para outras mídias, como o Whatsapp e o Snapchat. Muitos afirmaram que se sentem felizes ao serem livres do Facebook porque não precisam mais sustentar aparências por lá. Eles acreditam que diante de tanto conteúdo e anúncios, existe pouco espaço para uma real socialização entre amigos neste ambiente.

Disseram ainda que às vezes mantém a conta, mas não a usam e que não falam com muitas das pessoas com as quais estão conectados.

O Facebook teria se tornado um palco aonde as pessoas promovem suas opiniões e frustrações, ao invés de realmente se comunicarem.

Além disso, o Facebook escancara informações sobre a vida da pessoa e pode prejudicar inclusive contratações de trabalho. Na pesquisa, eles também citaram que não querem se sentir obrigados a compartilhar situações que ocorrem no dia a dia, como a perda de um emprego ou o término de um namoro.

Um estudo do  Departamento de Ciências Comportamentais da Universidade de Utah questionou mais de 400 estudantes sobre seus modos de utilizar o Facebook e suas percepções sobre os outros. As respostas envolveram comentários como “eu era mais feliz antes de usar, porque agora estou gastando tempo e vendo a vida dos outros melhor que a minha”.  Hoje parece estranho dizer que o Facebook vai acabar, mas veja só, minha avó já está no Facebook. E isso certamente é sinal de que ele está ficando para trás.

 Além da debandada dos adolescentes, é natural que ocorra o envelhecimento dos usuários e existem pesquisas afirmando que a popularidade da rede vai cair e, quiçá, deixar de existir em 2018. Um estudo de dois pesquisadores da Universidade Princeton, mostrou que as postagens caíram, assim como as buscas pela empresa e apontou a perda de usuários.

O futuro baseado em vídeos – que duram pouco

Em 2015 vivemos o ano em que o vídeo ganhou enorme destaque. O próprio Facebook investiu em permitir e incentivar que os usuários subissem vídeos na própria plataforma, sem compartilhar links de Youtube, por exemplo.

Falando sobre o sucesso dos vídeos e o engajamento dos usuários, em novembro deste ano o Snapchat passou o Facebook em visualização de vídeos, de acordo com a proporção do número de usuários (100 milhões de usuários no Snapchat – que só podem ser vistos no mobile e 1,55 bilhão no Facebook – que podem ser vistos em qualquer dispositivo).

De acordo com a comScore, o Snapchat está deixando para trás Twitter, Pinterest, Google+, Vine e Tumblr, e chama a atenção em seu relatório de 2014, pois o aplicativo social já é a terceira ‘rede social’ mais utilizada pelos Millennials norte-americanos, na faixa etária entre 18 e 34 anos.

O co-fundador do Snapchat, Evan Spiegel, tem apenas 24 anos, é o responsável pela equipe de 330 funcionários, e já recusou uma oferta de mais de US$ 3 bilhões pelo Facebook no final de 2013, quando a receita da rede social era de zero dólares ao ano. Agora, eles se preparam para começar a negociar com grandes anunciantes e seus números mostram que sua maior audiência é maior e mais obsessiva que qualquer programa de televisão.

O sucesso do Snapchat entre os jovens pode significar que este tipo de linguagem é a preferida entre eles e a possibilidade de facilmente gravar sua rotina e do fato que o vídeo ficará no ar apenas 24 horas e depois vai sumir, os estimula a realmente compartilhar seus momentos não muito planejados sem medos e sem precisar estar bonitinho para aparecer. É diferente de usar um Instagram ou o Facebook, nos quais as fotos são mais planejadas, por exemplo.

Outro argumento é que por ser novo e não muito intuitivo de usar, eles entendem que seus pais ainda não estão lá para vigiá-los, diferente do Facebook, que agora é habitado por toda a família deles. Podemos entender que caminhamos para continuar usando vídeos para nos expressarmos e que o futuro pode ser baseado em materiais que se destruam e não fiquem muito tempo no ar.

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