O modelo das agências digitais está falido

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Tenho recebido cada vez mais contatos de donos de agências digitais em busca de orientação sobre como conduzir seus negócios e melhorar (ou conseguir alguma) a lucratividade.

Vamos pensar um pouco sobre esse modelo?

Uma agência tradicional é baseada mais ou menos em alguns pilares: atendimento, planejamento, criação e mídia. Os três primeiros são pilares que gastam dinheiro, quem põe dinheiro dentro do negócio é a mídia.

Sejamos francos: o cliente gosta da criação, mas não paga por ela. O planejamento é imprescindível, mas nenhum cliente gosta de pagar por ele. O atendimento é obrigação. É a mídia quem paga a conta da agência. Por isso existe no mercado o “Dia do Mídia”: esse é o elo que movimenta a cadeia do mercado da comunicação.

Na prática, ao longo dos anos, o modelo de remuneração baseado no BV – os 20% que a agência recebe sobre a veiculação de mídia – acabou distorcendo o mercado. Ao invés de cobrar pela capacidade de entender o problema do cliente, fazer um bom planejamento e usar a criatividade para resolver o problema, as agências passaram a focar seus esforços em anunciar em canais onde o esforço de produção era menor e a comissão maior.

Todo bom profissional odeia esse modelo, mas a realidade do mercado descambou para essa prática, gostemos ou não. O mesmo fenômeno acontece em outros mercados: arquitetos que vivem de RT (Reserva Técnica, a comissão pela indicação de produtos como móveis e acabamentos) e não de projeto ou músicos que vivem de Couvert e não de cachê.

Todos os mercados em que o profissional é remunerado pela criatividade sofrem com este comportamento. Nossa cultura declara valorizar a criatividade, mas não gosta de pagar por ela.

No início dos anos 2.000, quando a internet começou a ficar mais popular, surgiram problemas novos (“minha empresa precisa ter um site”) e soluções para estes problemas: produtoras de sites e agências digitais.

Com o tempo, novas soluções foram sendo oferecidas: campanhas no Google AdWords, otimização de sites (SEO), conteúdo para Redes Sociais e por aí vai.

Como não havia referência melhor, as agências nascentes copiaram a grosso modo a prática vigente no mercado: cobrar 20% do investimento em mídia.

Isso gerou dois enormes problemas: baixa rentabilidade e distorção de foco.

Se no mercado tradicional cobrar os 20% fez a maioria das agências ficarem reféns da mídia e prostituirem seus planejamentos e sua criatividade para faturar com a mídia, no mercado digital isso se tornou uma forca para as agências digitais.

Os volumes de investimento no mercado digital em geral são bem menores que no mercado tradicional. É comum um cliente que investe R$ 10.000 em outdoor achar um site de R$ 10.000 uma “fortuna”.

Vincular o faturamento ao investimento fez das agências digitais péssimos modelos de negócio. Um cliente que investe R$ 4.000 no AdWords paga R$ 800 à agência pela criação e gestão da campanha, e isso não cobre os custos de gestão.

Cabe ressaltar: os números e exemplos que analiso aqui refletem a massa do mercado, a base da pirâmide, e não os grandes anunciantes (que são poucos) e as grandes agências digitais (que são bem poucas!). Já vi marcas de porte nacional que investem R$ 500.000 em mídia offline todo mês e não chegam a R$ 10.000 no online. Mas esse é outro papo.

Voltando ao problema: isso gera distorção de foco, porque ao invés da agência focar em resolver o problema do cliente (exemplos: vender mais, melhorar o relacionamento com o cliente, fortalecer a marca, gerar mais leads) passa a focar em gastar mais mídia porque precisa faturar para cobrir seus custos.

Só que o problema é ainda maior: agências digitais quase sempre são um negócio muito trabalhoso e pouco lucrativo. O limiar entre lucro e prejuízo é muito tênue.

Conheço algumas agências digitais lucrativas. São agências segmentadas e altamente especializadas, com modelos de difícil replicação. Resumindo: não são exatamente um “modelo de negócio”, porque não podem ser replicadas ou ganhar muita escala.

Uma luz no fim do túnel: agências de Inbound Marketing

Com o ganho de visibilidade do Inbound Marketing, começou a ganhar espaço no mercado a discussão sobre “agências inbound”. Pessoalmente acho um péssimo modelo, mas a minha opinião pessoal não importa. A questão aqui é sobre modelos de negócio.

O modelo da agência inbound envolve pilares desafiadores: entender o problema do cliente, criar uma estratégia que envolve conteúdo e mídia, analisar dados, medir o desempenho constantemente e construir processos de automação para dar escala ao processo de captação de leads e qualificação em vendas.

Como o investimento disponível também costuma ser relativamente pequeno, as agências que atuam nesse modelo ficam presas entre dois desafios: de um lado lidar com uma entrega de alta complexidade técnica e estratégica; e do outro a escassez de mão de obra e a necessidade de formar profissionais na prática, o que não é o foco do negócio da agência.

Essa luz no fim do túnel me parece mais um trem vindo na contramão. Este modelo é repetível mas não é escalável. É por isso que não existem mais do que cinco grandes agências de inbound no Brasil.

Esta discussão é interminável mas é necessária: sem um modelo de negócios sustentável e lucrativo, continuaremos vendo agências morrendo na praia. No momento que vivemos, tanto as tradicionais quanto as digitais estão sob pressão.

Há mais um ingrediente importante a ser considerado: o digital é pulverizado. Há menos empresas com 30, 40, 50 funcionários e mais empresas com 5, 10, 15 funcionários.

Isso abre mais oportunidades, mas gera negócios menores e mais arriscados.

Com tantas possibilidades de inovação que a internet permite, me consterna que hajam tão poucos modelos de agência funcionando bem. Nos meus cursos sempre mantemos um grupo de discussão para trocar experiências e compartilhar práticas de mercado.

A pergunta central aqui é: podemos melhorar o modelo existente ou devemos romper com ele e criar um modelo completamente novo? Quais experiências positivas servem de referência para a criação de um novo modelo?

Esta deveria ser a principal preocupação do empresário que atua nesse mercado. Sem um bom negócio em mãos, o empresário está correndo mais riscos do que precisa. Viver de 20% definitivamente deveria morrer. Esse é um modelo muito nocivo!

 

*Gerenciamento de Mídias – Solicite seu orçamento: (19) 99894.9388 whats | www.b2bsm.com.br | denys@b2bsm.com.br

 

 

 

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Marketing Digital para o mercado Imobiliário

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B 2 B SOCIAL MEDIA®, UMA AGÊNCIA QUE TEM EXPERIÊNCIA NO ASSUNTO – MARKETING DIGITAL PARA IMOBILIÁRIAS

Vender um imóvel não é como vender um bem de consumo qualquer. O marketing imobiliário possui formas peculiares de ser trabalhado. Desde uma minuciosa pesquisa de mercado, passando pelo material de vendas até o relacionamento com o cliente pós-entrega, a forma como cada produto será posicionado chega a ser tão importante quanto sua arquitetura e qualidade construtiva.

Para suprir esta necessidade das construtoras, incorporadoras, imobiliárias, corretores e consultores, a B 2 B Social Media® criou uma divisão para atendimento a clientes do segmento imobiliário.

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Soluções para o segmento imobiliário:

CAMPANHAS DE LANÇAMENTO IMOBILIÁRIO

Criação e produção de materiais para posicionamento e divulgação de acordo com o perfil do empreendimento. Logotipo, folhetos, outdoor, propagandas de TV e rádio, anúncios, hotsite, ação promocional e tudo que for necessário para obter resultados em seus lançamentos imobiliários.

ENDOMARKETING E COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL

Assessoria de imprensa e relações com a mídia, criação de jornais/revistas informativos para clientes e colaboradores, pasta de vendas para corretores, TV Corporativa para a sede da sua empresa, dentre outras ações para motivar e engajar seu público interno.

RELACIONAMENTO COM CLIENTES

Programas de relacionamento com clientes, informativos mensais sobre o empreendimento adquirido, implantação de SAC – Serviço de Atendimento ao Cliente, realização de pesquisas de satisfação e diversas outras ações para transformar clientes em amigos, e amigos em novos negócios.

EVENTOS

Produção de eventos de lançamento e entrega de condomínios, ação promocional para divulgação de empreendimentos, encontro com investidores, confraternização de colaboradores, meetings com fornecedores e diversas outras ações de acordo com sua necessidade.

MARKETING DIGITAL

Criação de websites, portais, intranet e extranet, campanhas de e-mail marketing, gestão de mídias sociais como Facebook e Twitter, links patrocinados, SEO – Otimização em mecanismos de busca, dentre outras ações para promover sua marca online.

MARKETING INSTITUCIONAL

Definição do posicionamento estratégico de marketing para construtoras e incorporadoras, planejamento de marketing institucional de médio e longo prazo, branding, acompanhamento constante de resultados.

MANUAL DO IMÓVEL

Ferramenta para Incorporadoras e Construtoras que oferece aos seus clientes um Manual do Proprietário Digital com toda a descrição técnica do imóvel em formato de CD ou na Internet, facilitando a vida dos clientes que acabaram de receber as chaves de um novo imóvel.

TV CORPORATIVA

Enquanto esperam atendimento, seus clientes ficam sabendo de todos os imóveis que você possui, além de ter contato com notícias de extrema relevância e informações de utilidade pública. Fácil e rápido. Você mesmo atualiza o conteúdo online e seus produtos já entram no ar em tempo real.

Quer conhecer um pouco mais nossos serviços de marketing imobiliário?

Veja algumas campanhas de sucesso realizadas pela B 2 B Social Media ® para construtoras, incorporadoras e imobiliárias em diversas cidades.

Programa de Treinamento em Mídias Sociais para o Mercado Imobiliário 

Assim como a maior parte dos setores da economia, o mercado imobiliário vem aderindo cada vez mais o uso das redes sociais para potencialização de negócios e aumento da sua gama de clientes. As antigas placas de ‘vende-se’ e os tão populares classificados, são notícias de ontem. Adapte-se ou morra, é a expressão do momento para empresários e corretores.

Anunciar em portais, gerar conteúdo interessante para as redes sociais, com fotos e informações cada vez melhores, são apenas a ponta do iceberg na luta para impactar o novo consumidor.

Objetivo CAPACITAR, DESENVOLVER e PROVOCAR o profissional a trabalhar com mídias sociais de alto impacto, focado em resultados práticos e na mensuração das estratégias adotadas, através de ferramentas e exercícios poderosos.

Público-alvo Construtoras, imobiliárias, incorporadoras, sindicatos e associações relacionadas ao mercado imobiliário. Profissionais de marketing, analistas de comunicação, diretores e gestores que atuam na área.

B 2 B Social Media®Vinhedo | Valinhos | Itatiba | Campinas & Região Metropolitana | Louveira | Jundiaí | São Paulo  & Litoral 

*Gerenciamento de Mídias – Solicite seu orçamento: (19) 99894.9388 whats | www.b2bsm.com.br | denys@b2bsm.com.br

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