5 dicas de mídias sociais que vão fazer a diferença no seu negócio

how_to_use_hashtags_compressedAs mídias sociais oferecem, cada vez mais, novas formas de interação e de fazer negócios. Assim como todas as plataformas digitais, estão em constante movimento, e estas mudanças afetam o comportamento do consumidor. Logo, as empresas precisam acompanhar as novidades, para entender essa dinâmica e o comportamento do seu público nesta movimentação, pois podem encontrar grandes oportunidades.

E como as empresas e profissionais da área digital conseguem acompanhar todas os novos lançamentos e informações, e decidir quais iniciativas podem fazer a diferença nos resultados dos seus negócios? Listamos aqui 5 dicas para você:

1) O poder não está na mídia escolhida, e sim no relacionamento com o público

O mais importante das mídias sociais são as pessoas, e o relacionamento que a sua marca constrói com elas. Muitas empresas focam nas novas funcionalidades, e estão sempre criando perfis nas novas mídias, tidas como a “mais nova tendência”. Não estou dizendo que não é importante estar atualizado. Mas, com toda certeza, focar no relacionamento com o público, na mídia de maior interesse dele, isso sim faz a diferença.

Quando você define suas personas, precisa entender aonde elas estão, como se comportam, e onde gostam de interagir com marcas e empresas. Ao criar um bom relacionamento com o seu público, ele vai seguir você, por uma ou mais mídias, e vai ficar cada vez mais leal à sua marca e mais disposto a experimentar o que você tem a oferecer. O relacionamento deve ser trabalhado a longo prazo, e o esforço vale a pena!

2) O Facebook vai continuar a comandar as mídias sociais por algum tempo

Não há dúvidas de que o Facebook continua liderando as mídias sociais. É claro, diferentes grupos preferem diferentes mídias, mas nosso colega Mark sabe analisar muito bem o mercado, e sempre adiciona features que fazem sucesso nas outras mídias, para fazer com que a gente continue por lá.

Muitos de nós estão no Instagram, Snapchat, LinkedIn… mas quantos de nós realmente deletamos nossas contas no Facebook? Quase ninguém, não é mesmo? Não podemos ficar de fora da maior força do mercado.

O Facebook, além de oferecer constantes atualizações no seu algoritmo, e com isso ditando as regras de como as empresas podem e devem interagir com seus fãs, também oferece ótimas oportunidades de anúncios, criação de grupos, além das suas novas opções: Facebook Stories, e a realidade virtual e aumentada que está dando o que falar.

3) Vídeos, vídeos, e mais vídeos

Estamos na era do vídeo, e a preferência por este conteúdo é crescente. De acordo com a CISCO, até 2020 82% do tráfego digital será iniciado por vídeos [PDF, em inglês]. E está aí mais um diferencial da mídia social: o Facebook e outras mídias dão cada vez mais visibilidade aos vídeos em seus feeds, além de estimular as empresas a investirem neste conteúdo.

Os lives também estão dando o que falar. O live streaming, ou os vídeos ao vivo, já estão no Facebook, Instagram, YouTube, sem mencionar o Periscope e Twitter. Quando algum perfil ou página inicia um vídeo ao vivo, estas plataformas ajudam a construir a audiência, avisando amigos ou seguidores sobre o vídeo.

4) Co-criação de conteúdo

As pessoas buscam empoderamento, e sentem-se extremamente motivadas quando têm a oportunidade de co-criar com suas marcas favoritas. Poucas marcas estão aproveitando esta oportunidade de ouro: ao oferecer a oportunidade de co-criação de conteúdo, ela explora outras audiências, oferece conteúdo mais autêntico, cria maior lealdade com o público, e ganha pontos onde muitas empresas falham: nas sugestões, comentários, elogios e críticas.

Hoje em dia, as pessoas até leem as descrições de produtos e serviços oferecidos pelas empresas. Mas, antes de tomar sua decisão de compra, conferem os comentários deixados por outros que já tiveram experiência com a mesma. Os clientes anteriores são os grandes influenciadores de compra atuais e, além das empresas não administrarem bem esta oportunidade, não aproveitam a chance de explorar associações positivas com a marca.

Existem muitas maneiras de trabalhar a co-criação de conteúdo, inclusive aproveitando a possibilidade do usuário conseguir criar conteúdo a qualquer hora, em qualquer lugar, através de dispositivos mobile: que tal convidá-lo a compartilhar suas percepções durante um almoço no seu restaurante, um evento na sua casa de shows, uma compra na sua loja, uma visita ao seu portal?

As possibilidades são infinitas para a criação de textos, imagens e vídeos. Com esta iniciativa, você pode aumentar o seu alcance, a qualidade do seu conteúdo, e conectar-se com micro influenciadores sociais.

5) O papel das mídias na sua estratégia de Inbound Marketing

As mídias sociais são ótimas ferramentas em todos – TODOS – os estágios do inbound. É claro, elas desempenham um papel fundamental para atrair e converter leads. É possível prospectar desconhecidos, entregar conteúdo aos leads e clientes certos, no momento certo, e gerar engajamento. E lembra-se do relacionamento? As mídias também podem ser utilizadas no relacionamento, de forma a tornar clientes satisfeitos em promotores da sua marca.

Existem diversas estratégias de mídias sociais a serem executadas durante a jornada de compra, e os estágios do funil de conteúdo.

Segundo o Estado do Inbound 2016, publicado pela HubSpot, os profissionais de marketing brasileiros não estão criando conteúdo que os consumidores realmente querem ver, ao mesmo tempo que 66% têm como maior desafio aumentar a quantidade de tráfego e leads gerados. Logo, podemos concluir que as empresas não estão utilizando as mídias como estratégia fundamental, nem de maneira correta, para atrair e converter leads.

O relatório também apresenta informações interessantes sobre os canais de distribuição de conteúdo que as empresas pretendem focar em 2017.

Pronto para alcançar mais resultados no seu negócio com as mídias sociais?

Estas e outras dicas podem ajudar o seu negócio, seja ele online ou offline. Não se esqueça do quanto é importante realizar um diagnóstico do mercado e público-alvo antes de colocar em práticas as suas estratégias, para aproveitar todas as oportunidades.

E, é claro, fique atento às novidades do mercado. As mídias sociais mudam diariamente, e você precisa manter-se atualizado para estar sempre pronto para oferecer a melhor experiência para o seu público!

Escrito por Sara Zimmermann

 

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O modelo das agências digitais está falido

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Tenho recebido cada vez mais contatos de donos de agências digitais em busca de orientação sobre como conduzir seus negócios e melhorar (ou conseguir alguma) a lucratividade.

Vamos pensar um pouco sobre esse modelo?

Uma agência tradicional é baseada mais ou menos em alguns pilares: atendimento, planejamento, criação e mídia. Os três primeiros são pilares que gastam dinheiro, quem põe dinheiro dentro do negócio é a mídia.

Sejamos francos: o cliente gosta da criação, mas não paga por ela. O planejamento é imprescindível, mas nenhum cliente gosta de pagar por ele. O atendimento é obrigação. É a mídia quem paga a conta da agência. Por isso existe no mercado o “Dia do Mídia”: esse é o elo que movimenta a cadeia do mercado da comunicação.

Na prática, ao longo dos anos, o modelo de remuneração baseado no BV – os 20% que a agência recebe sobre a veiculação de mídia – acabou distorcendo o mercado. Ao invés de cobrar pela capacidade de entender o problema do cliente, fazer um bom planejamento e usar a criatividade para resolver o problema, as agências passaram a focar seus esforços em anunciar em canais onde o esforço de produção era menor e a comissão maior.

Todo bom profissional odeia esse modelo, mas a realidade do mercado descambou para essa prática, gostemos ou não. O mesmo fenômeno acontece em outros mercados: arquitetos que vivem de RT (Reserva Técnica, a comissão pela indicação de produtos como móveis e acabamentos) e não de projeto ou músicos que vivem de Couvert e não de cachê.

Todos os mercados em que o profissional é remunerado pela criatividade sofrem com este comportamento. Nossa cultura declara valorizar a criatividade, mas não gosta de pagar por ela.

No início dos anos 2.000, quando a internet começou a ficar mais popular, surgiram problemas novos (“minha empresa precisa ter um site”) e soluções para estes problemas: produtoras de sites e agências digitais.

Com o tempo, novas soluções foram sendo oferecidas: campanhas no Google AdWords, otimização de sites (SEO), conteúdo para Redes Sociais e por aí vai.

Como não havia referência melhor, as agências nascentes copiaram a grosso modo a prática vigente no mercado: cobrar 20% do investimento em mídia.

Isso gerou dois enormes problemas: baixa rentabilidade e distorção de foco.

Se no mercado tradicional cobrar os 20% fez a maioria das agências ficarem reféns da mídia e prostituirem seus planejamentos e sua criatividade para faturar com a mídia, no mercado digital isso se tornou uma forca para as agências digitais.

Os volumes de investimento no mercado digital em geral são bem menores que no mercado tradicional. É comum um cliente que investe R$ 10.000 em outdoor achar um site de R$ 10.000 uma “fortuna”.

Vincular o faturamento ao investimento fez das agências digitais péssimos modelos de negócio. Um cliente que investe R$ 4.000 no AdWords paga R$ 800 à agência pela criação e gestão da campanha, e isso não cobre os custos de gestão.

Cabe ressaltar: os números e exemplos que analiso aqui refletem a massa do mercado, a base da pirâmide, e não os grandes anunciantes (que são poucos) e as grandes agências digitais (que são bem poucas!). Já vi marcas de porte nacional que investem R$ 500.000 em mídia offline todo mês e não chegam a R$ 10.000 no online. Mas esse é outro papo.

Voltando ao problema: isso gera distorção de foco, porque ao invés da agência focar em resolver o problema do cliente (exemplos: vender mais, melhorar o relacionamento com o cliente, fortalecer a marca, gerar mais leads) passa a focar em gastar mais mídia porque precisa faturar para cobrir seus custos.

Só que o problema é ainda maior: agências digitais quase sempre são um negócio muito trabalhoso e pouco lucrativo. O limiar entre lucro e prejuízo é muito tênue.

Conheço algumas agências digitais lucrativas. São agências segmentadas e altamente especializadas, com modelos de difícil replicação. Resumindo: não são exatamente um “modelo de negócio”, porque não podem ser replicadas ou ganhar muita escala.

Uma luz no fim do túnel: agências de Inbound Marketing

Com o ganho de visibilidade do Inbound Marketing, começou a ganhar espaço no mercado a discussão sobre “agências inbound”. Pessoalmente acho um péssimo modelo, mas a minha opinião pessoal não importa. A questão aqui é sobre modelos de negócio.

O modelo da agência inbound envolve pilares desafiadores: entender o problema do cliente, criar uma estratégia que envolve conteúdo e mídia, analisar dados, medir o desempenho constantemente e construir processos de automação para dar escala ao processo de captação de leads e qualificação em vendas.

Como o investimento disponível também costuma ser relativamente pequeno, as agências que atuam nesse modelo ficam presas entre dois desafios: de um lado lidar com uma entrega de alta complexidade técnica e estratégica; e do outro a escassez de mão de obra e a necessidade de formar profissionais na prática, o que não é o foco do negócio da agência.

Essa luz no fim do túnel me parece mais um trem vindo na contramão. Este modelo é repetível mas não é escalável. É por isso que não existem mais do que cinco grandes agências de inbound no Brasil.

Esta discussão é interminável mas é necessária: sem um modelo de negócios sustentável e lucrativo, continuaremos vendo agências morrendo na praia. No momento que vivemos, tanto as tradicionais quanto as digitais estão sob pressão.

Há mais um ingrediente importante a ser considerado: o digital é pulverizado. Há menos empresas com 30, 40, 50 funcionários e mais empresas com 5, 10, 15 funcionários.

Isso abre mais oportunidades, mas gera negócios menores e mais arriscados.

Com tantas possibilidades de inovação que a internet permite, me consterna que hajam tão poucos modelos de agência funcionando bem. Nos meus cursos sempre mantemos um grupo de discussão para trocar experiências e compartilhar práticas de mercado.

A pergunta central aqui é: podemos melhorar o modelo existente ou devemos romper com ele e criar um modelo completamente novo? Quais experiências positivas servem de referência para a criação de um novo modelo?

Esta deveria ser a principal preocupação do empresário que atua nesse mercado. Sem um bom negócio em mãos, o empresário está correndo mais riscos do que precisa. Viver de 20% definitivamente deveria morrer. Esse é um modelo muito nocivo!

 

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Marketing Digital X Inbound Marketing conectado suas vendas!!

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 Nós contamos com expertise única no mercado B2B!

As nossas estratégias e experiências contribuem para o sucesso sólido dos seus resultados de vendas.

Somos uma consultoria especializada em soluções corporativas (B2B) para as áreas comercial e marketing unindo tecnologia de ponta a projetos estruturados e integrados com o objetivo de transformar oportunidades em resultados.

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Fique à frente do seu tempo e torne-se uma referência de vendas em seu mercado.

 

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“Seu site melhorado, mais fácil de navegar, mais rápido e mais simples, faz com que seus clientes convertam mais e mais rápido. Pense nisso!”

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Usabilidade do Site! Você consegue navegar bem em todos os sites que acessa?

Alguns são bem complicados, né? Outros demoram para carregar imagens e o acesso via mobile é super complicado.

Mas, e o seu site? Como é a negação dos usuários que acessam o seu site?

Muitas vezes é difícil conciliar design e navegabilidade.

Muito embora todos nós queiramos um site lindo, o mais importante de tudo é que os internautas consigam navegar bem no nosso site para que eles convertam e virem clientes.

Esse é o objetivo final para a maioria dos sites!

Análise de Usabilidade ou UX (user experience) é super importante nos dias de hoje:

  1.  Porque a navegabilidade é uma métrica cada vez mais importante para o Google rankear bem o seu site
  2. Porque um site complicado tem alto índice de desistência, ou seja, os internautas saem do seu site sem converterem – sem concluir uma compra, sem se cadastrarem para receber seu conteúdo, sem enviar um form de contato, entre outros objetivos
  3. Os internautas podem ter uma impressão errada da sua marca apenas acessando o seu site

Entendendo esses três pontos, é importante pararmos e refletirmos sobre como está o nosso site. Você muitas vezes pode ter insights do que precisa ser melhorado, ou até mesmo o seu programador. No entanto é ideal saber o que internautas comuns acham do seu site.

Fazer pesquisa é ideal para entender como as pessoas estão enxergando a sua marca, quais são os pontos que estão atrapalhando a conversão e quais são os pontos que devem ser ressaltados.

Além de escutar o internauta, através de pesquisas qualitativas, entender como está seus concorrentes, como é a percepção do internauta quando ele acessa o seu site e o site do seu concorrente.

Análise de Usabilidade é muito relevante para quem quer otimizar conversões, pois as vezes o problema é muito mais simples de ser solucionado do que nós poderíamos imaginar!

Ficou interessado?
Converse conosco para saber como você poderá ter esse feedback super relevante para conseguir aplicar melhorias que trarão melhores resultados para sua empresa.

 

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Nova rede social do criador do Orkut é lançada no Brasil nesta segunda

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Após o sucesso do finado Orkut no Brasil, seu criador Orkut Buyukkokten traz ao país possivelmente a partir desta segunda-feira (18) uma nova rede social: Hello. A plataforma, que já disponível nos Estados Unidos, Canadá, Austrália e Nova Zelândia, é compatível com Android e iOS. A previsão é que o download do app na Google Play e na App Store seja liberado até o final do dia.

Com o objetivo de unir pessoas através dos seus interesses, assim como o Orkut fazia por meio das comunidades, a nova redes social foi construída “no amor e não em curtidas”, como descreve o programador turco.

Ao se cadastrar na rede social, o usuário preenche um teste de personalidade de 60 perguntas e ainda escolhe entre as mais de 100 opções de assuntos de seu maior interesse. Baseados nessas escolhas, o feed só traz posts e imagens ligadas a elas.

Para impulsionar a participação dos usuários na plataforma, a Hello trabalha em esquema de recompensa. É possível acumular pontos adicionando amigos, curtindo fotos e comentando posts. Eles podem render moedas virtuais, presentes e GIFs que podem ser enviados aos amigos.

Vale lembrar que a Hello –criada por Orkut e outros ex-engenheiros do Google– também se aproveita bastante de características de outras redes sociais, tais como o Instagram, Pinterest e Twitter.

 

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Check Your Calls – Rastreamento de Ligações Telefônicas

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Você já ficou curioso para saber onde os clientes potenciais encontraram o telefone da sua empresa?

Essa é uma dúvida compartilhada praticamente por todo setor de venda e todo empreendedor.

Após gastar uma enorme quantidade de dinheiro divulgando o telefone da sua empresa no site, nas redes sociais, panfletos e catálogos, você recebe algumas ligações. Mas como saber quais dessas mídias trouxeram retorno e quais delas trouxeram apenas despesas?

O serviço Check Your Calls da B 2 B Social Media® é capaz de responder essa pergunta. Nossos sistema de rastreamento de chamadas identifica quantas ligações estão vindo de cada veículo de divulgação.

Algumas das fontes mais comuns rastreadas são:

  • Site
  • Redes Sociais
  • Panfletos
  • Catálogos
  • Revistas (online e off-line)
  • Jornais (online e off-line)
  • Anúncios de tv

A tecnologia do de rastreamento de ligações da B 2 B Social Media®, Check Your Calls, possibilita ainda descobrir qual fonte online levou o prospect ao seu site antes de ele ligar. Ou seja, se o usuário entrar no facebook, clicar no link do seu site, e depois efetuar a ligação, nós conseguimos identificar que ele soube da sua marca pelo facebook.

Além da valiosa identificação sobre qual publicação gerou a ligação, o Check Your Calls também proporciona informações como:

  • Cidade de proveniência da ligação,
  • Duração da ligação,
  • Operadora,
  • Horário da chamada.

Como funciona o Check Your Calls?

Primeiramente, um “número de rastreamento” é associado a cada uma das fontes que você quer analisar.

Por exemplo, vamos supor que você queira analisar o retorno de ligações de três fontes diferentes: AdWords, uma Campanha na TV e de seus Cartões de visita.

Neste caso implementa-se 3 números de rastreamento diferentes: 1 para Adwords, 1 para a TV e 1 para os Cartões de visita.

Não precisa se preocupar, porque todas as ligações poderão ser direcionadas para o  mesmo “número de destino”, sem a necessidade de ter 3 números diferenciados na empresa  disponíveis para cada fonte.

De acordo com os dados específicos de cada número de rastreamento, conseguimos lhe dizer o volume de ligações de cada meio de divulgação, além de outros dados como duração e horário da chamada.

Não perca nenhuma ligação

O serviço de rastreamento envia e-mails periodicamente relatando quais números ligaram e não obtiveram resposta, para que você possa retornar a ligação assim que possível.

Receba relatórios em seu e-mail

Nossa plataforma gera relatórios com todas as informações importantes e interessantes, e envia ao seu e-mail conforme a periodicidade que você escolher. Conheça alguns gráficos:

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Número dinâmico no seu site

Com a tecnologia da B 2 B Social Media®, é possível que visitantes do seu site que vieram de origens diferentes – ex: entraram no seu site através do facebook, ou do google, ou do adwords – vejam números diferentes em seu site. Ou seja, se alguém entrar no seu site vindo do facebook, o site mostrará o Número de Rastreamento 1, se vier do google orgânico, mostrará o Número de Rastreamento 2, se vier do Adwords, mostrará o Número de Rastreamento 3. É isso que possibilita que você identifique a verdadeira fonte em que o prospect soube sobre a sua marca.

Gostaria de ter mais detalhes sobre muitas outras oportunidades de análise que esta ferramenta inovadora trouxe para o mercado brasileiro? Entre em contato conosco!

 

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“Remarketing é uma estratégia poderosíssima de branding e conversão, mas para isso há que ser criadas campanhas bem coerentes para você não ser chato com a sua audiência. ”

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Remarketing é uma forma muito eficaz para você manter na cabeça do internauta o nome da sua marca viva. Por quê?

Digamos que você conseguiu atrair um potencial cliente para seu site. Ele olhou os produtos que você tem, mas acabou indo embora.

Como você faz para conseguir falar de forma mais assertiva com esse internauta;- que aparentemente não sabemos quem é e o que fez no seu site?

Através dos cookies! Ou seja, o internauta ao acessar o seu site, recebe um cookie.

Mesmo que ele tenha acessado inúmeras páginas ou apenas uma, fica no registro de navegação dele o caminho todo que ele fez dentro do seu site.

Tendo essas informações, conseguimos criar campanhas para que as empresas consigam se comunicar com esses possíveis clientes de forma mais assertiva, pois:

  1. 1Ele já acessou o seu site, ou seja, já sabe quem você é!
  2. 2Ele já olhou os produtos ou serviços que você vende, já sabe preço, se atende ou não, etc. Sua empresa não é uma completa estranha dentro do universo online desse internauta.
  3. 3Ele pode estar fazendo pesquisa de preço. Acessará não somente o seu site, mas de alguns dos seus concorrentes…

Tendo todos esses 3 passos já esclarecidos:
1) Nós não queremos perder espaço para o concorrente
2) Também não queremos que ele esqueça do nosso site

Comunicar-se com esse internauta de forma inteligente é muito menos impossível do que você imagina.

Nós não queremos que você saia perseguindo as pessoas que acessaram o seu site por todos os outros canais disponíveis por aí, como muitas empresas fazem. No entanto, achamos eficiente estabelecer uma conversa inteligente com elas.

Quando estabelecido essa relação, as conversões aumentam, os clientes não se sentem amolados, e seu negócio sai lucrando ainda mais!

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