Consultoria de Marketing Digital

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A B 2 B Social Media® é uma agência  de Consultoria de Marketing Digital híbrida. Nós atendemos empresas que possuem um time interno de marketing digital e também empresas que precisam de braços operacionais para tocar as ações digitais.

Somo especializados no seguintes Segmentos de Business:

  • Marketing Digital para Startups

  • Marketing Digital para Empresas Estrangeiras com sede no Brasil e ou com a intenção de entrar no território brasileiro

Quem precisa dos nossos serviços?

Empresas que estão começando um negócio, criando um site e/ou precisam aumentar sua divulgação.

Nós prestamos assessoria de marketing digital para pequenas e médias empresas, e traçamos uma estratégia operacional com base em cada modelo de negócio, oferecendo soluções customizadas para cada situação!

Nós fazemos análises estratégicas para:

a) trazer cada vez mais tráfego qualificado para o seu site

b) fazer com que você consiga fechar mais negócios através do Marketing Digital. Para atingir esse objetivo, utilizamos de todas as ferramentas ou fontes de tráfego disponíveis on line.

As mais conhecidas são marketing de busca (Google e outros sites de busca) e redes sociais.

Faça uma avaliação completa de sua presença na web e saiba qual é a melhor estratégia de posicionamento online

A nossa Visão

Ser reconhecidos, nos segmentos de Startups e Empresas Estrangeiras, como referência para definição e desenvolvimento de Estratégias de Marketing Digital , cujos resultados possam ser quantificáveis e mensuráveis.

A nossa Missão

Fornecer, para Clientes com clara Visão de crescimento a Médio e Longo Prazo, Consultoria Estratégica, utilizando as ferramentas mais atualizadas de Marketing Digital e técnicas de Lean Start-Up.

Os nossos Valores:

  • O Conhecimento não tem dono.
  • A Palavra vale mais do que qualquer Contrato.
  • Se atualize sempre. Estude, Estude, Estude.
  • A única maneira de saber se uma ideia está certa ou errada é testando. (Leap of Faith)
  • A diferença entre um sonho e um projeto é uma data. (Walt Disney)

Consultoria de Marketing Digital: Leading You to The Top!

*Gerenciamento de Mídias & Google | Solicite seu orçamento: (19) 3849-2997 | (19) 99894.9388 wts | www.b2bsm.com.br | denys@b2bsm.com.br

Plataforma gratuita simplifica e potencializa métricas de campanhas digitais

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O avassalador crescimento da penetração do mundo digital na vida das pessoas gerou uma nova perspectiva para a propaganda, incluindo a possibilidade de trabalhar com a imensidão de dados gerada através do comportamento dos usuários nos mais diversos canais. Se por um lado a mídia programática veio para ajudar a acertar um target agora muito mais fragmentado e multiplataforma, por outro, o trabalho das agências e anunciantes para estruturar toda essa informação e gerar insights ficou mais complexo. Este é o cenário que serviu de inspiração para o nascimento da Keep.i, que se posiciona como a primeira plataforma self-service de mídia integrada do Brasil.

Totalmente gratuita e juntando em um mesmo lugar os resultados e informações de performances individuais de canais como Facebook, Twitter, Linkedin, Instagram, Bing, Adwords e as principais DSP’s (Demand-Side Platforms), a solução já está disponível para agências de publicidade, empresas e empreendedores dos mais variados segmentos. O projeto foi desenvolvido pelos mesmos fundadores da Programind Media Intelligence, consultoria que desenvolve soluções tecnológicas para campanhas publicitárias.

A startup brasileira surgiu através da percepção de mercado de seus sócios, que entre as suas características e bagagens, trazem um perfil híbrido de tecnologia, business e mídia. “Através da nossa empresa de consultoria Programind, que é o guarda-chuva do Keep.i, vimos que era possível simplificar a visão dos resultados  de campanhas de forma integrada e em tempo real. Trabalhando para algumas agências, achávamos retrógrado ver o cliente investir muito dinheiro e receber uma planilha do Excel, passível de erros humanos, com dados e cruzamentos que geravam insights limitados”, afirma Roberto Cabrera, co-fundador da empresa, ao lado Anderson Garcia e Renato Rabelo.

Desde sempre, a ideia da plataforma era atacar um problema que parecia sintomático em mídia programática: se a compra de espaço ficou mais rápida e otimizada, o mercado também começou a depender de diferentes soluções para gerar métricas separadas para os mais diferentes canais, dificultando a visão estratégica mais holística das campanhas. “Através do dashboard da Keep.i, de maneira simplificada, é possível reunir em um mesmo lugar informações sobre conversões, custos, impressões, investimentos, cliques, CPC (custo por clique), CTR (Click Through Rate), origens dos acessos, dados geográficos e outros dados, tudo isso na mesma tela, na aba ‘Performance’”, explica Cabrera. A plataforma ainda conta com a aba “Engajamento”, que permite visualizar pessoas alcançadas, menções coletadas, público (masculino e feminino), sentimento e outros. Todos os dados podem ser impressos ou exportados para arquivos em Excel.

Preocupados em suprir todas as lacunas dos profissionais que trabalham com métricas e planejamento estratégico de mídia, antes de dar inicio ao projeto, os sócios foram aprimorando as possibilidades da ferramenta a cada feedback trazido das reuniões com agências e anunciantes. Desde o lançamento da plataforma, o Keep.i já liberou mais de 1,2 mil solicitação de uso. Na primeira semana do aplicativo, validado em fevereiro, os usuários criaram mais de 600 dashboards. “O melhor da ferramenta é permitir que os usuários consigam otimizar e focar os esforços de marketing em inteligência, criação, relacionamento e não em questões operacionais”

*Gerenciamento de Mídias – Solicite seu orçamento: (19) 99894.9388 whats | www.b2bsm.com.br | denys@b2bsm.com.br

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“Conquiste uma audiência sua, converse com ela, compartilhe seus conteúdos para e entenda o que seu público fala da sua marca. ”

 

 

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Quando pensamos em comunicação, seja institucional ou pessoal, não temos como descartar os canais de Mídias Sociais: Facebook, Twitter, Instagram, LinkedIn, Youtube, Google+, SnapChat, Periscope, Pinterest, SlideShare, entre muitas outras que surgem a cada dia.

Só para termos uma dimensão, em 2016 tínhamos os seguintes dados desses 5 canais super relevantes:

  • Linkedin – 25 milhões de usuários – crescendo 25% sua base no 1º trimestre do ano de 2016.
  • Facebook – 99 milhões de usuários ativos mensais. Isso significa que 8 em cada 10 brasileiros que acessam a internet estão no Facebook.
  • Instagram – em meados de 2016  chegaram a um número de 35 milhões de usuários  no Brasil.
  • Snapchat e Twitter: Em 2016 o Snapchat passou o Twitter em  número de usuários – O Twitter conta, no mundo, com 300 milhões de contas ativas, sendo aproximadamente 136 milhões de pessoas acessando pelo menos 1 vez por mês essa plataforma (o Twitter fala que 1 pessoas muitas vezes tem mais de 1 conta). O “Snap” chegou em 2016 a 150 milhões de contas ativas.

Isso significa que não podemos mais excluir o fato de que os Canais de Mídias Sociais são importantíssimos para a marca conversar com seus clientes de forma mais efetiva.

 

Caso  você já esteja inserido nesse universo, reflita:

  1. Como é  seu discurso nesses canais?
  2. Quem são seus seguidores?
  3. São compatíveis com seus clientes?
  4. O que eles querem ouvir?
  5. O que eles estão te falando?
  6. Você está em um Monólogo?

Muitas empresas, apesar de terem anos de experiências se comunicando com seus clientes nos seus canais de mídias sociais, ainda têm dificuldade em engajar seu público, pois desenharam a mesma estratégia de Marketing Digital para todos os tipos de canais.

E isso acontece muito comumente, pois as marcas definem a mesma estratégia para todos os canais que elas se posicionam.

Uma coisa que devemos ter em mente: Muito embora nossos clientes/personas sejam os mesmos em vários canais de mídias sociais diferentes, em cada um desses canais a informação será consumida de forma diferente!

Ou seja, o seu CONTEÚDO DEVERÁ se ADAPTADO para cada um desses canais!

Isso mostra cada vez mais que a marcar, muitas vezes, NÃO PRECISAR ESTAR EM TODOS OS CANAIS.

Depois dessa reflexão vem a pergunta: E agora, o que eu faço com os meus canais?

Depois de criado um canal, é muito difícil abandonar o barco. Por isso, o planejamento em mídias sociais é essencial para criar diálogo, interação e RELACIONAMENTO.

Como já sabemos, ninguém constrói um relacionamento de um dia para outro, e no caso da sua marca não seria diferente.

Todos esse canais citados acima, podem sim gerar excelentes resultados para a sua marca, desde que você entenda a função de cada um deles e tenha um objetivo muito bem estabelecido para o seu negócio estar presente em cada uma dessas mídias.

Refletiu sobre o que acabamos de falar? Precisa de ajuda?

Nós analisaremos seu negócio, seu público, o que você precisa comunicar, para entender quais serão os canais ideais para construirmos de forma assertiva um relacionamento com o seu público.

Lembre-se: Relacionamento exige diálogo, atenção e não se constrói de um dia para noite.

Entre em contato conosco para saber como poderemos criar esse relacionamento com o seu público!

 

*Gerenciamento de Mídias – Solicite seu orçamento: (19) 99894.9388 whats | www.b2bsm.com.br | denys@b2bsm.com.br

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LinkedIn: por que os corretores de imóveis devem investir na rede?

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O LinkedIn é uma rede social focada em criar e reforçar conexões profissionais. Como se fosse uma espécie de Facebook voltado para os negócios, a ideia do site é encontrar pessoas, empresas e oportunidades de trabalho.

Mas onde o corretor de imóvel entra nessa história? Encare o LinkedIn como mais um canal para captar novas oportunidades de vendas. Afinal de contas, o Brasil é o 3º país com o maior número de usuários — atualmente, há 10 milhões de brasileiros cadastrados.

Se este dado não foi suficiente para te convencer da relevância desse portal, continue lendo este post e veja por que você deve investir no LinkedIn. Vamos lá?

A reputação

Um imóvel pode ser a maior compra que uma pessoa vai fazer na sua vida. Por isso, o corretor tem que estabelecer uma relação de confiança com os seus potenciais clientes. Certifique-se de que o seu perfil contém detalhes das suas experiências na área e encare a página como uma extensão do seu cartão de visitas.

Afinal, na internet, as pessoas buscam profissionais para se informar a respeito da confiança dos serviços prestados, e o que elas vão encontrar pode reforçar o relacionamento ou deixar dúvidas que podem prejudicar a venda.

Os grupos do LinkedIn

No LinkedIn, você pode criar um grupo para o seu nicho de negócios (“imóveis de alto padrão”, por exemplo) para se aproximar dos possíveis interessados no assunto principal.

Os integrantes desses grupos — que podem variar entre vendedores, compradores e outros profissionais — vão compartilhar informações, novidades e, principalmente, dúvidas. Lembre-se que essa é uma ótima oportunidade de interação, pois responder essas questões vai te ajudar a se firmar como referência no assunto.

As recomendações

Você encontrou aquele cliente de uma ótima venda do passado no LinkedIn? Ótimo! Conecte-se com ele e peça uma avaliação do seu trabalho no seu perfil. Isso enriquece o seu histórico profissional perante os outros clientes.

Você se lembra de quando falamos de reputação no começo do texto? Essa é uma das principais maneiras de reforçá-la. As recomendações podem gerar um canal poderoso de oportunidades, já que isso facilita a abertura para novos negócios e ajuda na condução de negociações atuais.

As conexões

Com a grande base de usuários que o LinkedIn tem, você pode não apenas prospectar clientes mas também construir uma sólida rede de contatos para otimizar o alcance das suas publicações e potencializar a geração de novas oportunidades.

Vale ressaltar que, quando atingir o número de 50 conexões, o seu perfil vai aparecer nos resultados de busca para termos do seu mercado — o que vai garantir bastante visibilidade.

Além disso, o Linkedin atualmente é uma rede com menor competitividade nas buscas do que o Google e o Facebook. Portanto, esse é um bom momento para apostar todas as suas fichas nesse site!

Agora é a sua vez: você já está presente no LinkedIn? Se sim, como têm sido os seus resultados?

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O modelo das agências digitais está falido

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Tenho recebido cada vez mais contatos de donos de agências digitais em busca de orientação sobre como conduzir seus negócios e melhorar (ou conseguir alguma) a lucratividade.

Vamos pensar um pouco sobre esse modelo?

Uma agência tradicional é baseada mais ou menos em alguns pilares: atendimento, planejamento, criação e mídia. Os três primeiros são pilares que gastam dinheiro, quem põe dinheiro dentro do negócio é a mídia.

Sejamos francos: o cliente gosta da criação, mas não paga por ela. O planejamento é imprescindível, mas nenhum cliente gosta de pagar por ele. O atendimento é obrigação. É a mídia quem paga a conta da agência. Por isso existe no mercado o “Dia do Mídia”: esse é o elo que movimenta a cadeia do mercado da comunicação.

Na prática, ao longo dos anos, o modelo de remuneração baseado no BV – os 20% que a agência recebe sobre a veiculação de mídia – acabou distorcendo o mercado. Ao invés de cobrar pela capacidade de entender o problema do cliente, fazer um bom planejamento e usar a criatividade para resolver o problema, as agências passaram a focar seus esforços em anunciar em canais onde o esforço de produção era menor e a comissão maior.

Todo bom profissional odeia esse modelo, mas a realidade do mercado descambou para essa prática, gostemos ou não. O mesmo fenômeno acontece em outros mercados: arquitetos que vivem de RT (Reserva Técnica, a comissão pela indicação de produtos como móveis e acabamentos) e não de projeto ou músicos que vivem de Couvert e não de cachê.

Todos os mercados em que o profissional é remunerado pela criatividade sofrem com este comportamento. Nossa cultura declara valorizar a criatividade, mas não gosta de pagar por ela.

No início dos anos 2.000, quando a internet começou a ficar mais popular, surgiram problemas novos (“minha empresa precisa ter um site”) e soluções para estes problemas: produtoras de sites e agências digitais.

Com o tempo, novas soluções foram sendo oferecidas: campanhas no Google AdWords, otimização de sites (SEO), conteúdo para Redes Sociais e por aí vai.

Como não havia referência melhor, as agências nascentes copiaram a grosso modo a prática vigente no mercado: cobrar 20% do investimento em mídia.

Isso gerou dois enormes problemas: baixa rentabilidade e distorção de foco.

Se no mercado tradicional cobrar os 20% fez a maioria das agências ficarem reféns da mídia e prostituirem seus planejamentos e sua criatividade para faturar com a mídia, no mercado digital isso se tornou uma forca para as agências digitais.

Os volumes de investimento no mercado digital em geral são bem menores que no mercado tradicional. É comum um cliente que investe R$ 10.000 em outdoor achar um site de R$ 10.000 uma “fortuna”.

Vincular o faturamento ao investimento fez das agências digitais péssimos modelos de negócio. Um cliente que investe R$ 4.000 no AdWords paga R$ 800 à agência pela criação e gestão da campanha, e isso não cobre os custos de gestão.

Cabe ressaltar: os números e exemplos que analiso aqui refletem a massa do mercado, a base da pirâmide, e não os grandes anunciantes (que são poucos) e as grandes agências digitais (que são bem poucas!). Já vi marcas de porte nacional que investem R$ 500.000 em mídia offline todo mês e não chegam a R$ 10.000 no online. Mas esse é outro papo.

Voltando ao problema: isso gera distorção de foco, porque ao invés da agência focar em resolver o problema do cliente (exemplos: vender mais, melhorar o relacionamento com o cliente, fortalecer a marca, gerar mais leads) passa a focar em gastar mais mídia porque precisa faturar para cobrir seus custos.

Só que o problema é ainda maior: agências digitais quase sempre são um negócio muito trabalhoso e pouco lucrativo. O limiar entre lucro e prejuízo é muito tênue.

Conheço algumas agências digitais lucrativas. São agências segmentadas e altamente especializadas, com modelos de difícil replicação. Resumindo: não são exatamente um “modelo de negócio”, porque não podem ser replicadas ou ganhar muita escala.

Uma luz no fim do túnel: agências de Inbound Marketing

Com o ganho de visibilidade do Inbound Marketing, começou a ganhar espaço no mercado a discussão sobre “agências inbound”. Pessoalmente acho um péssimo modelo, mas a minha opinião pessoal não importa. A questão aqui é sobre modelos de negócio.

O modelo da agência inbound envolve pilares desafiadores: entender o problema do cliente, criar uma estratégia que envolve conteúdo e mídia, analisar dados, medir o desempenho constantemente e construir processos de automação para dar escala ao processo de captação de leads e qualificação em vendas.

Como o investimento disponível também costuma ser relativamente pequeno, as agências que atuam nesse modelo ficam presas entre dois desafios: de um lado lidar com uma entrega de alta complexidade técnica e estratégica; e do outro a escassez de mão de obra e a necessidade de formar profissionais na prática, o que não é o foco do negócio da agência.

Essa luz no fim do túnel me parece mais um trem vindo na contramão. Este modelo é repetível mas não é escalável. É por isso que não existem mais do que cinco grandes agências de inbound no Brasil.

Esta discussão é interminável mas é necessária: sem um modelo de negócios sustentável e lucrativo, continuaremos vendo agências morrendo na praia. No momento que vivemos, tanto as tradicionais quanto as digitais estão sob pressão.

Há mais um ingrediente importante a ser considerado: o digital é pulverizado. Há menos empresas com 30, 40, 50 funcionários e mais empresas com 5, 10, 15 funcionários.

Isso abre mais oportunidades, mas gera negócios menores e mais arriscados.

Com tantas possibilidades de inovação que a internet permite, me consterna que hajam tão poucos modelos de agência funcionando bem. Nos meus cursos sempre mantemos um grupo de discussão para trocar experiências e compartilhar práticas de mercado.

A pergunta central aqui é: podemos melhorar o modelo existente ou devemos romper com ele e criar um modelo completamente novo? Quais experiências positivas servem de referência para a criação de um novo modelo?

Esta deveria ser a principal preocupação do empresário que atua nesse mercado. Sem um bom negócio em mãos, o empresário está correndo mais riscos do que precisa. Viver de 20% definitivamente deveria morrer. Esse é um modelo muito nocivo!

 

*Gerenciamento de Mídias – Solicite seu orçamento: (19) 99894.9388 whats | www.b2bsm.com.br | denys@b2bsm.com.br

 

 

 

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