5 dicas de mídias sociais que vão fazer a diferença no seu negócio

how_to_use_hashtags_compressedAs mídias sociais oferecem, cada vez mais, novas formas de interação e de fazer negócios. Assim como todas as plataformas digitais, estão em constante movimento, e estas mudanças afetam o comportamento do consumidor. Logo, as empresas precisam acompanhar as novidades, para entender essa dinâmica e o comportamento do seu público nesta movimentação, pois podem encontrar grandes oportunidades.

E como as empresas e profissionais da área digital conseguem acompanhar todas os novos lançamentos e informações, e decidir quais iniciativas podem fazer a diferença nos resultados dos seus negócios? Listamos aqui 5 dicas para você:

1) O poder não está na mídia escolhida, e sim no relacionamento com o público

O mais importante das mídias sociais são as pessoas, e o relacionamento que a sua marca constrói com elas. Muitas empresas focam nas novas funcionalidades, e estão sempre criando perfis nas novas mídias, tidas como a “mais nova tendência”. Não estou dizendo que não é importante estar atualizado. Mas, com toda certeza, focar no relacionamento com o público, na mídia de maior interesse dele, isso sim faz a diferença.

Quando você define suas personas, precisa entender aonde elas estão, como se comportam, e onde gostam de interagir com marcas e empresas. Ao criar um bom relacionamento com o seu público, ele vai seguir você, por uma ou mais mídias, e vai ficar cada vez mais leal à sua marca e mais disposto a experimentar o que você tem a oferecer. O relacionamento deve ser trabalhado a longo prazo, e o esforço vale a pena!

2) O Facebook vai continuar a comandar as mídias sociais por algum tempo

Não há dúvidas de que o Facebook continua liderando as mídias sociais. É claro, diferentes grupos preferem diferentes mídias, mas nosso colega Mark sabe analisar muito bem o mercado, e sempre adiciona features que fazem sucesso nas outras mídias, para fazer com que a gente continue por lá.

Muitos de nós estão no Instagram, Snapchat, LinkedIn… mas quantos de nós realmente deletamos nossas contas no Facebook? Quase ninguém, não é mesmo? Não podemos ficar de fora da maior força do mercado.

O Facebook, além de oferecer constantes atualizações no seu algoritmo, e com isso ditando as regras de como as empresas podem e devem interagir com seus fãs, também oferece ótimas oportunidades de anúncios, criação de grupos, além das suas novas opções: Facebook Stories, e a realidade virtual e aumentada que está dando o que falar.

3) Vídeos, vídeos, e mais vídeos

Estamos na era do vídeo, e a preferência por este conteúdo é crescente. De acordo com a CISCO, até 2020 82% do tráfego digital será iniciado por vídeos [PDF, em inglês]. E está aí mais um diferencial da mídia social: o Facebook e outras mídias dão cada vez mais visibilidade aos vídeos em seus feeds, além de estimular as empresas a investirem neste conteúdo.

Os lives também estão dando o que falar. O live streaming, ou os vídeos ao vivo, já estão no Facebook, Instagram, YouTube, sem mencionar o Periscope e Twitter. Quando algum perfil ou página inicia um vídeo ao vivo, estas plataformas ajudam a construir a audiência, avisando amigos ou seguidores sobre o vídeo.

4) Co-criação de conteúdo

As pessoas buscam empoderamento, e sentem-se extremamente motivadas quando têm a oportunidade de co-criar com suas marcas favoritas. Poucas marcas estão aproveitando esta oportunidade de ouro: ao oferecer a oportunidade de co-criação de conteúdo, ela explora outras audiências, oferece conteúdo mais autêntico, cria maior lealdade com o público, e ganha pontos onde muitas empresas falham: nas sugestões, comentários, elogios e críticas.

Hoje em dia, as pessoas até leem as descrições de produtos e serviços oferecidos pelas empresas. Mas, antes de tomar sua decisão de compra, conferem os comentários deixados por outros que já tiveram experiência com a mesma. Os clientes anteriores são os grandes influenciadores de compra atuais e, além das empresas não administrarem bem esta oportunidade, não aproveitam a chance de explorar associações positivas com a marca.

Existem muitas maneiras de trabalhar a co-criação de conteúdo, inclusive aproveitando a possibilidade do usuário conseguir criar conteúdo a qualquer hora, em qualquer lugar, através de dispositivos mobile: que tal convidá-lo a compartilhar suas percepções durante um almoço no seu restaurante, um evento na sua casa de shows, uma compra na sua loja, uma visita ao seu portal?

As possibilidades são infinitas para a criação de textos, imagens e vídeos. Com esta iniciativa, você pode aumentar o seu alcance, a qualidade do seu conteúdo, e conectar-se com micro influenciadores sociais.

5) O papel das mídias na sua estratégia de Inbound Marketing

As mídias sociais são ótimas ferramentas em todos – TODOS – os estágios do inbound. É claro, elas desempenham um papel fundamental para atrair e converter leads. É possível prospectar desconhecidos, entregar conteúdo aos leads e clientes certos, no momento certo, e gerar engajamento. E lembra-se do relacionamento? As mídias também podem ser utilizadas no relacionamento, de forma a tornar clientes satisfeitos em promotores da sua marca.

Existem diversas estratégias de mídias sociais a serem executadas durante a jornada de compra, e os estágios do funil de conteúdo.

Segundo o Estado do Inbound 2016, publicado pela HubSpot, os profissionais de marketing brasileiros não estão criando conteúdo que os consumidores realmente querem ver, ao mesmo tempo que 66% têm como maior desafio aumentar a quantidade de tráfego e leads gerados. Logo, podemos concluir que as empresas não estão utilizando as mídias como estratégia fundamental, nem de maneira correta, para atrair e converter leads.

O relatório também apresenta informações interessantes sobre os canais de distribuição de conteúdo que as empresas pretendem focar em 2017.

Pronto para alcançar mais resultados no seu negócio com as mídias sociais?

Estas e outras dicas podem ajudar o seu negócio, seja ele online ou offline. Não se esqueça do quanto é importante realizar um diagnóstico do mercado e público-alvo antes de colocar em práticas as suas estratégias, para aproveitar todas as oportunidades.

E, é claro, fique atento às novidades do mercado. As mídias sociais mudam diariamente, e você precisa manter-se atualizado para estar sempre pronto para oferecer a melhor experiência para o seu público!

Escrito por Sara Zimmermann

 

*Gerenciamento de Mídias & Google | Solicite seu orçamento: (19) 3849-2997 | (19) 99894.9388 wts | www.b2bsm.com.br | denys@b2bsm.com.br

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O modelo das agências digitais está falido

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Tenho recebido cada vez mais contatos de donos de agências digitais em busca de orientação sobre como conduzir seus negócios e melhorar (ou conseguir alguma) a lucratividade.

Vamos pensar um pouco sobre esse modelo?

Uma agência tradicional é baseada mais ou menos em alguns pilares: atendimento, planejamento, criação e mídia. Os três primeiros são pilares que gastam dinheiro, quem põe dinheiro dentro do negócio é a mídia.

Sejamos francos: o cliente gosta da criação, mas não paga por ela. O planejamento é imprescindível, mas nenhum cliente gosta de pagar por ele. O atendimento é obrigação. É a mídia quem paga a conta da agência. Por isso existe no mercado o “Dia do Mídia”: esse é o elo que movimenta a cadeia do mercado da comunicação.

Na prática, ao longo dos anos, o modelo de remuneração baseado no BV – os 20% que a agência recebe sobre a veiculação de mídia – acabou distorcendo o mercado. Ao invés de cobrar pela capacidade de entender o problema do cliente, fazer um bom planejamento e usar a criatividade para resolver o problema, as agências passaram a focar seus esforços em anunciar em canais onde o esforço de produção era menor e a comissão maior.

Todo bom profissional odeia esse modelo, mas a realidade do mercado descambou para essa prática, gostemos ou não. O mesmo fenômeno acontece em outros mercados: arquitetos que vivem de RT (Reserva Técnica, a comissão pela indicação de produtos como móveis e acabamentos) e não de projeto ou músicos que vivem de Couvert e não de cachê.

Todos os mercados em que o profissional é remunerado pela criatividade sofrem com este comportamento. Nossa cultura declara valorizar a criatividade, mas não gosta de pagar por ela.

No início dos anos 2.000, quando a internet começou a ficar mais popular, surgiram problemas novos (“minha empresa precisa ter um site”) e soluções para estes problemas: produtoras de sites e agências digitais.

Com o tempo, novas soluções foram sendo oferecidas: campanhas no Google AdWords, otimização de sites (SEO), conteúdo para Redes Sociais e por aí vai.

Como não havia referência melhor, as agências nascentes copiaram a grosso modo a prática vigente no mercado: cobrar 20% do investimento em mídia.

Isso gerou dois enormes problemas: baixa rentabilidade e distorção de foco.

Se no mercado tradicional cobrar os 20% fez a maioria das agências ficarem reféns da mídia e prostituirem seus planejamentos e sua criatividade para faturar com a mídia, no mercado digital isso se tornou uma forca para as agências digitais.

Os volumes de investimento no mercado digital em geral são bem menores que no mercado tradicional. É comum um cliente que investe R$ 10.000 em outdoor achar um site de R$ 10.000 uma “fortuna”.

Vincular o faturamento ao investimento fez das agências digitais péssimos modelos de negócio. Um cliente que investe R$ 4.000 no AdWords paga R$ 800 à agência pela criação e gestão da campanha, e isso não cobre os custos de gestão.

Cabe ressaltar: os números e exemplos que analiso aqui refletem a massa do mercado, a base da pirâmide, e não os grandes anunciantes (que são poucos) e as grandes agências digitais (que são bem poucas!). Já vi marcas de porte nacional que investem R$ 500.000 em mídia offline todo mês e não chegam a R$ 10.000 no online. Mas esse é outro papo.

Voltando ao problema: isso gera distorção de foco, porque ao invés da agência focar em resolver o problema do cliente (exemplos: vender mais, melhorar o relacionamento com o cliente, fortalecer a marca, gerar mais leads) passa a focar em gastar mais mídia porque precisa faturar para cobrir seus custos.

Só que o problema é ainda maior: agências digitais quase sempre são um negócio muito trabalhoso e pouco lucrativo. O limiar entre lucro e prejuízo é muito tênue.

Conheço algumas agências digitais lucrativas. São agências segmentadas e altamente especializadas, com modelos de difícil replicação. Resumindo: não são exatamente um “modelo de negócio”, porque não podem ser replicadas ou ganhar muita escala.

Uma luz no fim do túnel: agências de Inbound Marketing

Com o ganho de visibilidade do Inbound Marketing, começou a ganhar espaço no mercado a discussão sobre “agências inbound”. Pessoalmente acho um péssimo modelo, mas a minha opinião pessoal não importa. A questão aqui é sobre modelos de negócio.

O modelo da agência inbound envolve pilares desafiadores: entender o problema do cliente, criar uma estratégia que envolve conteúdo e mídia, analisar dados, medir o desempenho constantemente e construir processos de automação para dar escala ao processo de captação de leads e qualificação em vendas.

Como o investimento disponível também costuma ser relativamente pequeno, as agências que atuam nesse modelo ficam presas entre dois desafios: de um lado lidar com uma entrega de alta complexidade técnica e estratégica; e do outro a escassez de mão de obra e a necessidade de formar profissionais na prática, o que não é o foco do negócio da agência.

Essa luz no fim do túnel me parece mais um trem vindo na contramão. Este modelo é repetível mas não é escalável. É por isso que não existem mais do que cinco grandes agências de inbound no Brasil.

Esta discussão é interminável mas é necessária: sem um modelo de negócios sustentável e lucrativo, continuaremos vendo agências morrendo na praia. No momento que vivemos, tanto as tradicionais quanto as digitais estão sob pressão.

Há mais um ingrediente importante a ser considerado: o digital é pulverizado. Há menos empresas com 30, 40, 50 funcionários e mais empresas com 5, 10, 15 funcionários.

Isso abre mais oportunidades, mas gera negócios menores e mais arriscados.

Com tantas possibilidades de inovação que a internet permite, me consterna que hajam tão poucos modelos de agência funcionando bem. Nos meus cursos sempre mantemos um grupo de discussão para trocar experiências e compartilhar práticas de mercado.

A pergunta central aqui é: podemos melhorar o modelo existente ou devemos romper com ele e criar um modelo completamente novo? Quais experiências positivas servem de referência para a criação de um novo modelo?

Esta deveria ser a principal preocupação do empresário que atua nesse mercado. Sem um bom negócio em mãos, o empresário está correndo mais riscos do que precisa. Viver de 20% definitivamente deveria morrer. Esse é um modelo muito nocivo!

 

*Gerenciamento de Mídias – Solicite seu orçamento: (19) 99894.9388 whats | www.b2bsm.com.br | denys@b2bsm.com.br

 

 

 

Faça nosso teste de otimização e descubra se o seu site esta Otimizado! SEO

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Posicione-se bem no #Google e seja destaque em pesquisas para aumentar o tráfego orgânico para o seu site com #SEO.


Você já reparou que quando um potencial cliente busca seu serviço no Google, Bing Yahoo, nem sempre seu site aparece?
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Pare um minuto e faça um teste:

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Se você respondeu sim para as primeira e segunda perguntas, entenda o que precisa ser feito para você aparecer nas primeiras páginas dos buscadores.

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Marketing Digital para o mercado Imobiliário

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B 2 B SOCIAL MEDIA®, UMA AGÊNCIA QUE TEM EXPERIÊNCIA NO ASSUNTO – MARKETING DIGITAL PARA IMOBILIÁRIAS

Vender um imóvel não é como vender um bem de consumo qualquer. O marketing imobiliário possui formas peculiares de ser trabalhado. Desde uma minuciosa pesquisa de mercado, passando pelo material de vendas até o relacionamento com o cliente pós-entrega, a forma como cada produto será posicionado chega a ser tão importante quanto sua arquitetura e qualidade construtiva.

Para suprir esta necessidade das construtoras, incorporadoras, imobiliárias, corretores e consultores, a B 2 B Social Media® criou uma divisão para atendimento a clientes do segmento imobiliário.

Conheça nossos serviços exclusivos e conte com a nossa experiência para aumentar suas vendas e se relacionar melhor com seus clientes.

Soluções para o segmento imobiliário:

CAMPANHAS DE LANÇAMENTO IMOBILIÁRIO

Criação e produção de materiais para posicionamento e divulgação de acordo com o perfil do empreendimento. Logotipo, folhetos, outdoor, propagandas de TV e rádio, anúncios, hotsite, ação promocional e tudo que for necessário para obter resultados em seus lançamentos imobiliários.

ENDOMARKETING E COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL

Assessoria de imprensa e relações com a mídia, criação de jornais/revistas informativos para clientes e colaboradores, pasta de vendas para corretores, TV Corporativa para a sede da sua empresa, dentre outras ações para motivar e engajar seu público interno.

RELACIONAMENTO COM CLIENTES

Programas de relacionamento com clientes, informativos mensais sobre o empreendimento adquirido, implantação de SAC – Serviço de Atendimento ao Cliente, realização de pesquisas de satisfação e diversas outras ações para transformar clientes em amigos, e amigos em novos negócios.

EVENTOS

Produção de eventos de lançamento e entrega de condomínios, ação promocional para divulgação de empreendimentos, encontro com investidores, confraternização de colaboradores, meetings com fornecedores e diversas outras ações de acordo com sua necessidade.

MARKETING DIGITAL

Criação de websites, portais, intranet e extranet, campanhas de e-mail marketing, gestão de mídias sociais como Facebook e Twitter, links patrocinados, SEO – Otimização em mecanismos de busca, dentre outras ações para promover sua marca online.

MARKETING INSTITUCIONAL

Definição do posicionamento estratégico de marketing para construtoras e incorporadoras, planejamento de marketing institucional de médio e longo prazo, branding, acompanhamento constante de resultados.

MANUAL DO IMÓVEL

Ferramenta para Incorporadoras e Construtoras que oferece aos seus clientes um Manual do Proprietário Digital com toda a descrição técnica do imóvel em formato de CD ou na Internet, facilitando a vida dos clientes que acabaram de receber as chaves de um novo imóvel.

TV CORPORATIVA

Enquanto esperam atendimento, seus clientes ficam sabendo de todos os imóveis que você possui, além de ter contato com notícias de extrema relevância e informações de utilidade pública. Fácil e rápido. Você mesmo atualiza o conteúdo online e seus produtos já entram no ar em tempo real.

Quer conhecer um pouco mais nossos serviços de marketing imobiliário?

Veja algumas campanhas de sucesso realizadas pela B 2 B Social Media ® para construtoras, incorporadoras e imobiliárias em diversas cidades.

Programa de Treinamento em Mídias Sociais para o Mercado Imobiliário 

Assim como a maior parte dos setores da economia, o mercado imobiliário vem aderindo cada vez mais o uso das redes sociais para potencialização de negócios e aumento da sua gama de clientes. As antigas placas de ‘vende-se’ e os tão populares classificados, são notícias de ontem. Adapte-se ou morra, é a expressão do momento para empresários e corretores.

Anunciar em portais, gerar conteúdo interessante para as redes sociais, com fotos e informações cada vez melhores, são apenas a ponta do iceberg na luta para impactar o novo consumidor.

Objetivo CAPACITAR, DESENVOLVER e PROVOCAR o profissional a trabalhar com mídias sociais de alto impacto, focado em resultados práticos e na mensuração das estratégias adotadas, através de ferramentas e exercícios poderosos.

Público-alvo Construtoras, imobiliárias, incorporadoras, sindicatos e associações relacionadas ao mercado imobiliário. Profissionais de marketing, analistas de comunicação, diretores e gestores que atuam na área.

B 2 B Social Media®Vinhedo | Valinhos | Itatiba | Campinas & Região Metropolitana | Louveira | Jundiaí | São Paulo  & Litoral 

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Novas regras de impulsionamento no Facebook

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Por que minha opção para impulsionar está indisponível?

As publicações do Facebook que contêm histórias sobre Observações, alterações de Fotos de perfil ou novos Acontecimentos não poderão ser impulsionadas.

Existem vários motivos para que a opção impulsionar esteja indisponível. Verifique a lista abaixo para ver alguns dos problemas mais comuns.

É possível verificar a Opção para Impulsionar indisponível na seguintes situações:

  • A oferta está vencida: não é possível impulsionar uma oferta vencida. Crie uma nova oferta.
  • Evento antigo: não é possível impulsionar um evento que já passou. Crie um novo evento.
  • Funções da Página: é necessário ser um administrador, anunciante, moderador ou editor da Página para impulsionar as publicações. Entre em contato com o administrador para solicitar a atualização das funções da Página.
  • A Página não foi publicada: não é possível impulsionar uma publicação, caso ainda não tenha publicado a Página.
  • Álbum de fotos: Alguns álbuns de fotos não podem ser impulsionados. Saiba como impulsionar um álbum de fotos e quais tipos de publicações que contêm álbuns de fotos podem ser impulsionadas.
  • A publicação é muito antiga: as publicações feitas com data anterior a 21 de junho de 2012 não podem ser impulsionadas.
  • O login compartilhado está desabilitado: provavelmente, outro administrador da conta atualizou-a para o Gerenciador de Negócios. Será necessário entrar em contato com os outros membros com os quais compartilha o login e pedir à pessoa que realizou a transição da conta para enviar um convite para você participar do Gerenciador de Negócios.
  • A conta de anúncios foi encerrada: caso a conta de anúncios seja encerrada, não será possível impulsionar publicações. Para reativar uma conta de anúncios que foi encerrada, vá até o Gerenciador de Anúncios, clique em Reativar, na parte superior da Página e siga as etapas na página seguinte.
  • Conta de anúncios sinalizada: se sua conta tiver sido sinalizada por atividade incomum, você não poderá impulsionar publicações. Para consultar o status da sua conta, vá para o Gerenciador de Anúncios.
  • Alterou a foto do perfil: As publicações da Página para alterar uma foto de perfil não poderão ser impulsionadas.
  • Instalações de aplicativos móveis: publicações para a instalação de aplicativos móveis na sua Página não poderão ser impulsionadas.

Saiba mais sobre como editar uma publicação impulsionada.

Gerenciar seus anúncios

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Lembre-se de que todas as publicações impulsionadas devem seguir as Políticas de Publicidade do Facebook. Se a publicação não atender a qualquer uma das diretrizes, o impulsionamento não será aprovado.

*Gerenciamento de Mídias – Solicite seu orçamento: (19) 99894.9388 whats | www.b2bsm.com.br | denys@b2bsm.com.br

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Como criar uma estratégia de conteúdo que realmente impulsiona o tráfego orgânico

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Somente o marketing de conteúdo não vai te proporcionar um tráfego orgânico. Marketing de conteúdo empregado estrategicamente vai proporcionar o tráfego que você precisa.

Mas como fazer para criar uma boa estratégia de conteúdo? Se seu objetivo é impulsionar o tráfego orgânico, qual estratégia específica você deveria utilizar para construir a quantidade certa de tráfego orgânico?

Nesse artigo eu explico em detalhes o processo de criação de estratégia de conteúdo que vai direcionar o tráfego certo. Começa com a pesquisa de público-alvo e determinando a melhor forma de conteúdo, criando um padrão de frequência, adaptando o estilo ao seu público-alvo e focando nas palavras-chave que seu público-alvo pesquisa online.

Se envolvendo nesse processo e repetindo isso, você será capaz de desenvolver uma estratégia poderosa que produz quantidade constante de tráfego orgânico. Vamos começar.

Etapa 1: Criar buyer personas.

Existe apenas um lugar apropriado para começar todo esse trabalho: procurando seu público-alvo. Seu conteúdo precisa ser sobre algo que os compradores se interessem em ler. Então, antes de você começar a criar conteúdo, você precisa descobrir quem são seus clientes-alvo. Que tipo de pessoa você quer que leia seu conteúdo? O melhor jeito de obter um conhecimento profundo sobre seu público é criando buyer personas.

Buyer personas são representações fictícias e generalizadas dos seus clientes ideais. Elas ajudam você a entender melhor os clientes e facilitam na adaptação do conteúdo de acordo com a necessidade, comportamento e interesse específico desses clientes.

Criar a buyer persona requer pesquisa de mercado e insights que você obtém dos seus conteúdos de base. Parece assustador, mas eu prometo, na verdade é divertido.

Observe esse simples modelo abaixo (você pode baixa-lo aqui, em inglês). Completar isso é simplesmente uma questão de preencher os espaços em branco e responder algumas perguntas.

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Veja um exemplo de como uma buyer persona deve ser:

 

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Esta é apenas uma das poucas questões que você vai responder sobre suas buyer personas (aprenda como criar buyer personas detalhadamente aqui).

Etapa 2: Criar uma lista de palavras-chave baseada nas buscas frequentes das sua buyer persona.

É o seu público quem determina tudo sobre seu conteúdo, a substância, a forma, o estilo e, o mais importante, o tópico. Se você quer obter tráfego orgânico a partir do seu marketing de conteúdo, você precisa cobrir os tópicos buscados pelo seu nicho. É simples:

  1. Seu público alvo pesquisa algo.
  2. Você cria conteúdo para o que eles estão pesquisando.
  3. Você obtém trafego orgâ

Colocar em prática também é bem simples. Você simplesmente precisa descobrir o que seu público está procurando. Veja como.

1) Conheça seu nicho.

Primeiramente, você precisa ter um amplo conhecimento sobre a área que você estálidando. Quanto maior for o seu conhecimento no seu nicho, mais eficiente você irá se tornar ao criar conteúdo sobre aquele campo.

2) Esolha cinco longtail keywords que seu público está pesquisando.

Baseado no seu conhecimento sobre seu nicho, escolha cinco tópicos, ou longtail keywordsmais pesquisadas pelo seu público. Como estamos discutindo os tópicos em nichos, eles devem ser relativamente restritos.

Por exemplo, “iphone” não é uma boa palavra-chave. Você precisa ser mais específicos pois as pessoas consumem conteúdo que é criado exatamente para seus nichos. “iPhone fotografia” é mais de um nicho. Com esse nicho você pode ter uma longtail keyword como “ferramenta de fotografia de iPhone” ou “fotografia de paisagem para iPhone.” Cada um destes poderiam ser usados como categoria para post em blog.

Por exemplo, usando esses dois tópicos, você pode escrever alguns artigos de blog como:

  • Cinco melhores opções de edição de foto do Instagram para melhorar as fotos do iPhone (tópico: ferramenta de fotografiaiPhone)
  • Lista das dez melhores ferramentas de edição de foto para (tópico: ferramenta de fotografia iPhone Photography Tools).
  • Encontrando o melhor momento do dia para fotografar paisagem com seu iPhone (tópico: Fotografia de paisagem com iPhone)
  • Com encontrar pontos para tirar fotos de perspectiva aérea pelo (tópico: Fotografia de paisagem com iPhone)

3) Mergulhe fundo em alguns desses tópicos.

Quando você acerta em um tópico que seu público realmente gosta, você pode se permitir gastar mais tempo e recursos criando conteúdo que se vá ainda mais fundo nesse tópico. Por exemplo, as palavras-clave de cauda longa (em inglês) “Ferramenta de fotografia para iPhone” pode te dar uma série de bons tópicos adicionais para e-books, webinars, podcasts e outros.

Etapa 3: Identifique qual tipo de conteúdo sua buyer personas mais gosta.

O motivo pelo qual você está criando essas buyer personas é determinar o tipo de conteúdo que seu público-alvo quer. A maioria dos empreendedores utiliza uma ampla variedade de tipo de conteúdo. Dê uma olhada na variedade de tipo de conteúdo que as empresas utilizam para proposta de marketing, de acordo com uma pesquisa da Econsultancy:

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Empresas que têm mais sucesso em marketing e conteúdo utilizam uma ampla variedade de diferente abordagem de conteúdo. Uma média de 15 diferentes abordagens, de acordo com o Content Marketing Institute.

Agora, você deve estar disposto a usar e experimentar diferentes formas de conteúdo, mas você também deve escolher um deles.  Seu público e seu nicho particular vai gravitar sobre um certo tipo de conteúdo, e é exatamente nesse tipo de conteúdo que você deve focar mais os seus esforços do seu marketing de conteúdo. Vamos mergulhar um pouco mais fundo em alguns dos mais comuns tipos de conteúdo onde você pode encontrar seu nicho:

  1. Blogging. Eu recomendo que todo empresário use essa variedade de conteúdo, porém, para algumas empresas, blogging pode decolar e acabar virando a principal fonte de leads qualificados. Se blogging é o seu segmento, certifique-se de que você está otimizando suas postagens de blog para pesquisa.
  2. Visuals. Adicionar infográficos e um forte impulso visual, dependendo do seu público, também é importante. Uma marca como a GoPro tem um componente visual muito forte e eles têm aproximadamente 3 milhões de seguidores no Instagram. Vá em frente, ainda tem câmera à venda!
  3. E-mail. Alguns dos especialistas em conteúdos são focados em e-mail. Ramit Sethi, um Assessor pessoal de finanças e empreendedor, gera quantidades enormes de receita a partir da sua engajada lista de e-mail. Ao invés dos usuários comentarem em seu blog, ele simplesmente os responde por e-mail, como uma forma de interaçãPara Sethi, esse método é perfeito.
  4. Webinars. Esse método não funciona para todo mundo, mas alguns empreendedores encontram um grande valor nisso.
  5. Rede Social. Não é toda empresa que tem um blog ou newsletter, mas talvez eles estejam em todas as redes sociais. Eu conheço algumas empresas que encontraram seu público-alvo no Twitter ou no Google+. Essas companhias divulgam uma grande quantidade dos seus esforços em conteúdos na rede social.
  6. Vídeos. Vídeos não são tão fáceis de retirar, e talvez requeira um pouco mais de investimento de tempo e recursos, mas quando eles são realmente bons, são arrebatadores. Eu trabalhei com clientes cujo o único método de criação de conteúdo era vídeo. Seus canais no YouTube levantaram receita, atraíram clientes e venderam produtos e serviços.
  7. Audio. O recurso de podcasts pode ja ter atingido seu pico, mas essa forma de conteúdo anda está viva e bem. O BiggerPockets, um site de direcionamento de conteúdo, atende profissionais do ramo imobiliário, do tipo que passa a maior parte do tempo dirigindo seus carros perto de propriedades. Eles ostentam um dos podcasts mais populares no iTunes.

Para descobrir o tipo de conteúdo em que você deve focar, tenha em mente essas questões:

  • O que suas buyer personas pesquisam no Google?
  • Qual é a intensão deles por trás dessas pesquisas?
  • Qual tipo de problemas eles estão tentando resolver?
  • Que tipo de conteúdo faze les pararem, clicar, e consumir?

Lembre-se, seu público decide qual tipo de conteúdo você produz. Talvez você tenha mais preferência por um tipo de conteúdo do que por outro, mas você não é seu público alvo. Permita que os consumidores destes conteúdos decidam qual forma de conteúdo publicar.

Etapa 4: Com tempo, desenvolva um estilo e personalidade que seja atraente para seu público.

Marcas realmente bem sucedidas têm seu próprio estilo e personalidade. É o mais importante, ainda que não quantificável aspecto de uma marca.

Pense sobre suas próprias experiências: você provavelmente se está sempre se direcionando à pessoas que gostam de você. Da mesma forma, pessoas que são similares a você tendem a gostar de você e querem sair com você.

Assim também é com marketing de conteúdo, seja B2B ou B2C. Os consumidores de conteúdo se direcionam a uma personalidade similar à sua própria personalidade e caráter. Apenas saber o tipo de conteúdo que os seus clientes querem não é o suficiente, vocêprecisa também descobrir estilo que eles gostam.

GoPro é um bom exemplo bem sucedido de estilo e personalidade. Ele atende um público ativo, animado e ansioso para mostrar suas experiências ao ar livre, então, intencionalmente eles adotaram um estilo de conteúdo que se encaixa no seu público. O seu popular canal no Instagram mostra conteúdos gerados por usuários de pessoas fazendo muitas atividades, coisas animadas, sempre envolvendo surf, paraquedas ou capacete de proteção.

 

 

RedBull tem uma abordagem bastante parecida. Eles não atendem um público monótono. Éexatamente por isso que o canal deles no YouTube é viral e intenso. Não espere por vídeos calmos e relaxantes. Todos os conteúdos oferecidos por ele é intenso de muita energia. Afinal, eles são uma bebida energética.

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Etapa 5: Estabeleça um padrão de frequência de conteúdo.

Até aqui você já descobriu quem é seu público, o que eles querem e como eles vão obter isso. Agora você precisa descobrir com que frequência isso vai acontecer.

1) Descubra com que frequência postar baseado no tipo de conteúdo que você está utilizando.

A frequência de post de blog vai ser diferente da frequência de atualização do Twitter. Falando de uma maneira geral, quanto mais um tipo de conteúdo exige esforço e recursos, menos frequente você estará produzindo.

A pirâmide de marketing de conteúdo de Curata é uma maneira útil de determinar a frequência com que você deve postar e os tipos de conteúdo. Tudo gira em torno dos resultados que você obtém a partir da quantidade de esforço que você coloca na criação do conteúdo.

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2) Determine a frequência postagem baseado no seu público alvo.

Você também precisa ter seu público em mente. Quando eles vão acessar seu conteúdo? Com que frequência? Quando eles estarão mais dispostos a ver? Quando é mais conveniente para eles assistir o seu webinar?

3) Faça um calendário.

Uma vez que você determinou a frequência do seu marketing de conteúdo baseado no tipo de público, você precisa se programar. Eu sou um grande fã de automação, tanto em postagem de blog quanto em mídia social. Planejar isso é a melhor maneira de executar com sucesso.

Aplicativos como o Hubspot Social Inbox permite que você estabeleça momentos precisos para postar nas redes sociais.

Sem uma consistente e estratégica programação você não pode esperar atrair seu público alvo e ganhar tráfego orgânico.

E Agora?

Uma vez que você passou por todo esse processo, faça-o novamente. Lembre-se, você não vai obter centenas de milhares de visitantes após apenas algumas semanas de marketing de conteúdo. Ganhar tráfego orgânico é um processo lento e sistemático. Você se empenha, se refina e continua mantendo isso.

Qual tipo de estratégia de marketing de conteúdo você utiliza para ganhar tráfego orgânico?

 

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16 Novembro 2016 // 10:59

Como criar uma estratégia de conteúdo que realmente impulsiona o tráfego orgânico

Escrito por Neil Patel | @